Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo. Tento, dia a dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco. 

(José Luís Peixoto)

A razão de ser

 

Pensa que a sua vida real está muito longe de corresponder ao seu ideal? Acha que todos os outros têm vidas fantásticas, que todos conseguem menos você ou que há qualquer coisa de errado consigo? Está emperrada numa situação pessoal (ou profissional) que lhe traz sofrimento e não sabe como ultrapassá-la? Saiba que não está sozinha.
 
Vivemos tempos muito acelerados, cheios de distrações e pressões com um enorme impacto nas nossas vidas. Temos mais informação, liberdade, tecnologia, terapias, anti-depressivos, gurus motivacionais e livros de auto-ajuda, mas não somos mais felizes. Portugal foi o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais e consumo de psicofármacos (dados de 2017). 
 
São múltiplos os fatores que determinam a nossa felicidade e saúde mental, desde os biológicos, aos psicológicos, sociais e ambientais. A vida não é um caminho linear nem previsível. Cada um tem a sua história, o seu ritmo, desafios, valores e mapa de navegação. O nível de satisfação e de bem estar na vida, exigem mais do que um pensamento positivo e receitas de felicidade instantâneas. A vida tem tanto de alegrias como de tristeza, de ganhos como de perdas. Não há coragem sem medo, sucessos sem tentativas ou fracassos, objetivos sem obstáculos. Saber navegá-la exige conhecimento de si, escolhas, competências, resiliência, relações positivas e experiências que não aprendemos na escola. 
 
No Ser Pessoa vemos a pessoa e as suas capacidades, para além do diagnóstico, dos rótulos auto-impostos e circunstâncias em que se encontra. Usamos as ferramentas do Coaching, do Counselling, da Entrevista Motivacional e da Psicologa Positiva para trabalhar a sua agilidade emocional, o auto-conhecimento, o pensamento crítico, a resiliência, o suporte social, a criatividade, a auto-regulação, a capacidade para lidar com conflitos, para tomar decisões, definir objetivos e estratégias para os alcançar, entre outras competências de vida. A abordagem é integrada, multidisciplinar e adaptada à pessoa e situação. Não sabemos tudo e o que estiver fora da nossa competência, encaminhamos para parceiros da nossa rede de confiança.